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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A Vergeltungswaffe 1 Fi 103 / FZG-76 (V-1), conhecida como a Bomba voadora, Buzz bomb ou Doodlebug, foi o primeiro míssil moderno

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Vergeltungswaffe 1 Fi 103 / FZG-76 (V-1), conhecida como a Bomba voadoraBuzz 

bombou Doodlebug, foi o primeiro míssil moderno guiado usado em tempo 

de guerra.Vergeltungswaffe significa "arma de represália", e FZG é a abreviação de Flak Ziel 

Gerät("dispositivo de mira antiaéreo"), um nome escolhido para desinformação.
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A V-1 foi desenvolvida pela Força aérea (Luftwaffealemã durante a Segunda Guerra Mundial e foi utilizada entre junho de 1944 e março de 1945. Foi empregada para atacar alvos no sudeste da Inglaterra e Bélgica, principalmente as cidades de Londres e Antuérpia. A primeira bomba V-1 atingiu Londres em 13 de Junho de 1944. As V-1 eram lançadas de sítios ao longo do Canal da Mancha (Pas-de-Calais) e da costa neerlandesaaté terem sido subjugadas pelas forças aliadas. No entanto, logo que os aliados capturaram os pontos onde se concentravam os lançadores, os alemães recorreram aos aviões da Luftwaffe, tendo adaptado a V-1 para poder ser lançada a partir de bombardeiros Heinkel He 111/H-22. Os bombardeiros lançaram um total de 1,176 bombas voadoras V-1 desta forma. A V-1 recebeu mais tarde a ajuda do foguete V-2, mais sofisticado.
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Os ingleses deram a ela o apelido de bomba zumbidora ou buzz bomb, devido som que produzia. Era facilmente identificável, e sabia-se que havia uma chegando com facilidade. Seu motor era desligado após ser percorrida uma pré-determinada distância, e ela mergulhava.
Foi criada uma versão tripulada para ataques suicidas do Esquadrão Leónidas. Denominada Fieseler Fi 103R (Reichenberg), esta versão acabou não entrando em uso.
A bomba obteve um sucesso mediano. Como voava em linha reta e a velocidade constante, era relativamente fácil abatê-las com canhões. Além disso, assim que alguma V-1 aparecia na tela dosradares ingleses, a RAF mandava seus interceptadores Gloster Meteors derrubá-las. Quando tudo isso falhava, os pilotos usavam as asas de seus aviões para desviar o curso do míssil e fazê-lo cair em lugar seguro. Foram esses fracassos que obrigaram os alemães a recorrer aos V-2.
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domingo, 30 de agosto de 2015

Operação MAPHEUS-5 com o foguete brasileiro VSB-30



                          Operação MAPHEUS-5 - 1

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                        Operação MAPHEUS-5 - 2

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Vídeo produzido pelo Centro Aeroespacial Alemão (DLR) do lançamento exitoso do foguete brasileiro VSB-30 da "Operação MAPHEUS-5, lançamento este ocorrido dia 30/06/2015 da Base do Esrange Space Center, na Suécia, tendo abordo a carga útil europeia MAPHEUS-5, que era composta por quatro experimentos alemães .

O VSB-30 atingiu uma velocidade de subida de 6,5 vezes a velocidade do som, ou 2.000 metros por segundo, alcançando o apogeu de 253 km e obtendo seis minutos em microgravidade, tendo um pouso vertical no solo úmido na Suécia, e concluindo assim com sucesso a sua missão.

Este vídeo mostra o lançamento sob a perspectiva das gravações de lado das duas câmeras de corte 

sábado, 29 de agosto de 2015

VLS-1

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OBJETIVO PRINCIPAL

Cumprir voo completo, sendo capaz de entregar, a partir de Alcântara, em órbita circular equatorial com baixa excentricidade, um satélite de 200 kg a 750 km, ou uma variação dessa especificação.
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MOTIVAÇÃO

A conclusão deste projeto dará ao Brasil capacidade de, com autonomia e desenvolvimento próprio, projetar, fabricar, lançar, controlar, estabilizar e entregar uma carga útil em órbita terrestre, cumprindo assim as metas do Programa Nacional de Atividades Espaciais - PNAE e da Estratégia Nacional de CT&I.
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DESCRIÇÃO DO VEÍCULO


O VLS-1 é composto por quatro estágios de propulsão, utiliza combustível sólido em todos os estágios e está enquadrado na classe dos lançadores de pequeno porte. Sua capacidade nominal de satelitização é de 100 a 380 kg em órbitas circulares equatoriais de 200 a 1200 km de altitude ou de 75 a 275 kg em órbitas circulares polares de 200 a 1000 km de altitude.

 O VLS-1 é composto de sete grandes subsistemas: 1º Estágio, 2º Estágio, 3º Estágio, 4º Estágio, Coifa Ejetável, Redes Elétricas e Redes Pirotécnicas.
As suas principais características são: 

  • Número de estágios: 4;
  • Comprimento total: 19 m;
  • Diâmetro dos propulsores: 1 m;
  • Massa total na decolagem: 50 t;
  • Tipo de propelente: sólido compósito.
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  • HISTÓRICO

     Principais marcos do desenvolvimento:
    • 1980: instituição da Missão Espacial Completa (MECB);
    • 1984: primeira revisão conceptual, Centre Nationale d´Etude Spaciales (CNES);
    • algoritmos de controle mais avançados;
    • 1986: segunda revisão conceptual no CNES;
    • 1987: primeiro tiro em banco do motor S43;
    • 1988: revisão da definição preliminar, Centre Nationale d´Etude Spaciales (CNES);
    • 1994: revisão da definição, Salyut Design Bureau (SDB);
    • 1997: voo do primeiro protótipo;
    • 1999: voo do segundo protótipo;
    • 2003: acidente na preparação do terceiro protótipo;
    • 2004: início da revisão crítica do Projeto;
    • 2011: Término da construção do novo Sistema de Plataforma de Lançamento, com a nova Torre Móvel de Integração - TMI;
    • 2012: Operação Salina, com a integração física do mock-up do VLS-1 à nova TMI.

    O VLS-1 é o primeiro veículo lançador de satélites Brasileiro. O seu desenvolvimento está sendo possível graças aos mais de 25 anos de experiência acumulada pelo DCTA/IAE e a indústria nacional em tecnologias de foguetes.
    Ao longo do desenvolvimento do projeto VLS-1, foram construídos três protótipos do veículo e efetuados dois lançamentos a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). Nos lançamentos dos protótipos V01 e V02, Operação Brasil em 1997 e Operação Almenara em 1999, respectivamente, foi possível a verificação das funcionalidades em voo dos diversos componentes do veículo, com os seguintes resultados atingidos:

    • Os motores do primeiro estágio funcionaram conforme previsto;
    • Os sistemas de fixação de estágios suportaram as elevadas cargas estruturais durante as fases mais críticas do voo na atmosfera;
    • A coifa principal suportou as cargas estruturais e térmicas da fase atmosférica até a condição de pressão dinâmica máxima;
    • O sistema elétrico operou perfeitamente durante toda a operação do veículo;
    • As estruturas dos módulos dianteiros do segundo estágio e traseiro do terceiro estágio se comportaram como previsto, enquanto o voo do protótipo V01 esteve controlado;
    • O sistema de atuação das tubeiras móveis do primeiro estágio funcionou dentro do esperado; e
    • O sistema de controle desempenhou bem seu papel, mesmo em condições adversas, em ambos os protótipos V01 e V02.

    Entretanto, para esses dois voos, problemas técnicos impediram a consecução de cumprimento das missões, isto é, a inserção de satélites em órbita.
    Em 2003, para o lançamento do protótipo V03 foi realizada a Operação São Luís. No entanto, em 22 de agosto daquele ano, antes da tentativa de lançamento, houve acendimento intempestivo de um dos motores, resultando em acidente catastrófico.
    Após esse acidente com o protótipo V03, o projeto VLS-1 sofreu uma revisão completa. Dessa revisão foi gerada uma série de recomendações que implicaram modificações técnicas do projeto e, em alguns casos, o reprojeto de alguns de seus sistemas, destacando-se os Sistemas de Redes Elétricas e o de Redes Pirotécnicas.
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  • OBJETIVOS ESPECÍFICOS JÁ ATINGIDOS


    • Capacidade de produção de envelopes motores em aço de alta resistência;
    • Fabricação e processamento de combustíveis sólidos;
    • Projeto e desenvolvimento de computadores de bordo e redes de comando e controle para veículos espaciais;
    • Montagem de estrutura complexa de laboratórios para desenvolvimento e testes de componentes e sistemas;
    • Capacitação de recursos humanos em projeto e desenvolvimento de veículos espaciais, incluindo-se concepção, cálculos estruturais, aerodinâmicos e de mecânica de voo, e ensaios;
    • Desenvolvimento de sistema inercial autônomo para voos orbitais;
    • Desenvolvimento de materiais compostos e tecnologia de bobinagem de fios e fitas sintéticas;
    • Produção de estruturas de materiais compósitos para operar a altas temperaturas;
    • Criação e manutenção de um Centro de Lançamento;
    • Domínio da tecnologia de foguetes de sondagem (veículos exportados);
    • Capacidade de realizar operações espaciais complexas;
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    • GRANDES METAS 2013-1016

      MIR - Qualificação em solo dos componentes e sistemas do Veículo: 

      • Integração do veículo na plataforma;
      • Testes funcionais das redes de telemetria, controle, serviço, terminação de voo e pirotécnica, visando qualificação para voo;
      • Testes de interferência e compatibilidade eletromagnética - EMI/EMC dos sistemas do veículo;
      • Testes das interfaces com os meios de solo do sistema VLS (e.g. Aquisição de telemetria, banco de controle, terminação de voo, linha de fogo, TMI, mesa, torre de umbilicais, comunicação).

      VSISNAV - Qualificação em voo de: 

      • Sistema Inercial Autônomo – SISNAV, em veículo lançador;
      • Sistemas de amortecimentos das redes pirotécnicas;
      • Separação do primeiro e segundo estágios;
      • Sistema de terminação de missão;
      • Estabilidade de queima dos motores S-43 dos primeiro e segundo estágios, sob aceleração;
      • Aquisição de dados de telemetria;
      • Qualificação do novo SISPLAT para operações de lançamento (TMI, Casamata, Banco de Controle, Prédios de Preparação);
      • Teste real das Estações Operacionais do CLA, CLBI e EMT (Centro de Controle, Radares, Telemedidas, Estação Remota).

      XVT-02 - Qualificação em voo do veículo completo, com: 

      • Todos os estágios estarão ativos e todas as funcionalidades serão testadas;
      • A arquitetura da rede elétrica completa (malha fechada);
      • Computador de Bordo nacional;
      • SISNAV como plataforma inercial do veículo;
      • Atuação do sistema de rolamento e estabilização em órbita;
      • Inserção em órbita de carga tecnológica.


      V04 - Certificação de Tipo do veículo, com satelitização. 

      • Protótipo do VLS com finalidade de satelitização;
      • Todos os sistemas baseados na configuração final derivadas do XVT-02;
      • Inserção de satélite Brasileiro em órbita circular equatorial terrestre.

      Fomento da indústria nacional. Desenvolvimento do BRASIL

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

IAE avalia os PREPARATIVOS para LANÇAMENTO do VS-40 com a PLATAFORMA SARA


                                               
Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA)                                                    
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Brasília, 26 de agosto de 2015 – O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), de São José dos Campos (SP), finalizou o relatório sobre a pré-campanha de lançamento e rastreio do foguete VS-40. Programado para ser realizado no período de outubro novembro o lançamento testa a plataforma espacial denominada Satélite de Reentrada Atmosférica (Sara), também desenvolvida pelo IAE.
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O encontro para detalhar a pré-campanha foi realizado no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, no início do mês. Além de integrantes do DCTA, IAE e CLA, participaram ainda servidores civis e militares do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Natal (RN), e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI).
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A pré-campanha desenvolveu diversas atividades entre elas a instalação de dispositivos mecânicos no Lançador de Porte Médio (LPM) do Centro, e ensaio de integração de um mock-up, protótipo do foguete VS-40M em dimensões reais e sem combustível.
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Qualificação - Prevista para ocorrer de 13 de outubro a sete de novembro próximos, a Operação São Lourenço além de visar ao lançamento e rastreio do veículo VS-40M com a plataforma espacial Sara, também leva a bordo um GPS de aplicação na área de espaço em fase de qualificação e desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Para assegurar a operacionalidade de todo pessoal envolvido e dos meios do CLA, um Foguete de Treinamento Intermediário (FTI) deve ser lançado antes do VS-40M.
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Ainda por meio da Operação, os pesquisadores do IAE pretendem dar andamento ao projeto Sara, que compreende o desenvolvimento de uma plataforma espacial para experimentos em ambiente de microgravidade destinada a operar em órbita circular baixa, a 300 km de altitude, por um período máximo de 10 dias.
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Com o lançamento bem sucedido, subsistemas do Sara Suborbital tais como redes elétricas, sistema de recuperação, estrutura, módulo de experimentos, gás frio e proteção térmica devem passar por qualificação em vôo. Além disso, com a qualificação das Redes Elétricas de Segurança e de Serviço feitas para o VS-40M, as mesmas poderão vir a ser empregadas no Veículo Lançador de Satélites (VLS-1).
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A Operação São Lourenço é a principal atividade de lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais prevista para este ano no Programa Espacial Brasileiro, em coordenação com a Agência Espacial Brasileira (AEB).
Fonte: CLA
Foto: Divulgação/IAE – Protótipo da plataforma Espacial Sara na pré-campanha de lançamento do VS-40 no CLA.
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                Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA)        

                                                      
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BRASIL e CHINA REALIZAM REUNIÃO TÉCNICA do CBERS-4A

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Brasília, 26 de agosto de 2015 – Terminou ontem (25) na China a segunda reunião de coordenação técnica (TCM2) do satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres Cbers-4A. Trinta especialistas, sendo 12 do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e 18 da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (Cast, na sigla em inglês), divididos em grupos de trabalhos específicos, discutiram diferentes tópicos relacionados ao projeto do satélite, o sexto do Programa Cbers. A primeira reunião (TCM1) ocorreu em abril, no Inpe, em São José dos Campos (SP).
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Também participaram das atividades o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, o diretor geral do Inpe, Leonel perondi, e representantes dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e de Relações Exteriores (MRE)
“O Cbers-4A terá três cargas úteis ópticas, sendo uma delas de alta resolução (2 metros)”, informa Antonio Carlos de Oliveira Pereira Junior, coordenador do segmento espacial do Programa Cbers no Inpe. “As reuniões técnicas visam a concluir a fase de projeto detalhado, para realizarmos a Revisão Crítica de Projeto (CDR), nível de sistema, ainda em novembro próximo”.
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Concluídas todas as fases de desenvolvimento, as atividades de montagem, integração e testes (AIT) do Cbers-4A serão realizadas nos laboratórios do Inpe, a partir do início de 2017. O lançamento do satélite está previsto para setembro de 2018.
Aplicações –  O Programa Cbers fornece imagens de satélites para monitorar o meio ambiente, verificar desmatamentos, desastres naturais, a expansão da agricultura e das cidades, entre outras aplicações. Ele também é importante indutor da inovação no parque industrial brasileiro, que se qualifica e moderniza para atender aos desafios do programa espacial.
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A política industrial adotada pelo Inpe permite a qualificação de fornecedores e contratação de serviços, partes, equipamentos e subsistemas junto a empresas nacionais. Assim, além de exemplo de cooperação binacional em alta tecnologia, o Cbers se traduz na criação de empregos especializados e crescimento econômico.
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Em dezembro último foi lançado o Cbers-4. Um ano antes, o Cbers-3 não atingiu a órbita de destino por uma falha no foguete chinês. O programa também lançou com sucesso o Cbers-1, em 1999, o Cbers-2, em 2003, e o Cbers-2B, em 2007.
Mais informações: http://www.cbers.inpe.br/
Fonte: Inpe
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Estudantes do ITA Conquistam Medalha de Prata em Competição Internacional de Foguetes

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publicada ontem (25/08) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), dando destaque ao fundamental apoio financeiro da “Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP)” para a conquista da Medalha de Prata pela equipe "ITA Rocket Design" durante a realização da décima edição do “Intercollegiate Rocket Engineering Competition (IREC)”, competição internacional de foguetes universitários realizada anualmente nos EUA.
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Fertilizante e açúcar. Foram esses os ingredientes usados por 14 estudantes do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) para superar um desafio singular: como participar de uma competição internacional de foguetes, realizada nos Estados Unidos, sem poder viajar até lá com o combustível necessário?

Após comprarem os ingredientes no comércio da cidade de Green River, no Oeste do país, eles conseguiram participar da prova disputada em junho por universitários de 46 instituições de cinco países. E levaram a medalha de prata, ficando atrás apenas da equipe do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
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"É uma experiência incrível poder ir mostrar que o Brasil tem força de fazer grandes projetos e ter uma grande representatividade no cenário internacional", conta o brasiliense Daniel Bontorin, de 22 anos.

O foguete de dois metros de comprimento atingiu 758 km/h e 2,2 quilômetros de altura. Depois, os dois paraquedas abriram com sucesso e bólido pousou a 1,9 quilômetros do local de lançamento. O equipamento de bordo, um GPS e um sistema inercial também funcionaram e transmitiram em tempo real a trajetória do experimento.
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.                                         Os estudantes conquistaram medalha de prata.                                                                               
Apoio

Mas antes de conquistar a medalha, os jovens cientistas precisaram alcançar o apoio para participarem da competição. "Sem isso não é possível nem a gente ir para lá, quanto mais construir o foguete", conta Daniel.

O financiamento para a participação veio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). "Esses alunos que hoje estão pedindo apoio para fazer um projeto estão aprendendo e um dia eles estarão no setor industrial. Eles vão fomentar a indústria no futuro e é importante para o Brasil crescer", diz o estudante.
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                                               Fertilizante e açúcar foram o combustível do foguete.
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Agora, o grupo formado no total por 40 estudantes do ITA analisa como melhorar o desempenho dos equipamentos de bordo e planeja criar uma competição semelhante no Brasil. Para isso, mais apoio será necessário. "Esse apoio é fundamental e sem isso não tem como fazer um projeto desse tamanho". 

Vestibular - As inscrições para o Instituto Tecnológico de Aeronáutica vão até 15 de setembro. Para saber mais sobre o Vestibular ITA 2016
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                                                               Os estudantes conquistaram medalha de prata.
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                                                                   O foguete atingiu 758 km/h e 2,2 km de altura.
                                                                                  
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     Um GPS e um sistema inercial funcionaram e transmitiram em tempo real a trajetória do foguete do ITA.
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OBS: Veja abaixo o vídeo da competição divulgado recentemente pela equipe do ITA.
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Participação da Equipe ITA Rocket Design na 10ª Edição do IREC - 2015
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Publicado em 17 de ago de 2015
4ª participação da equipe brasileira ITA Rocket Design na Intercollegiate Rocket Engineering Competition (IREC), nos EUA, com o apoio da FIESP.

Música




Alunos do ITA Conquitam Prêmio em Competição de Foguetes nos EUA
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Publicado em 21 de jan de 2015
Reportagem do site Olhar Digital com a equipe de alunos do "Curso de Engenharia Aeroespacial do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)" que conquistaram o prêmio "Jim Furfaro Award for Technical Excellence - Prêmio de Excelência Técnica Jim Furfaro" durante a realização da oitava edição do "Intercollegiate Rocket Engineering Competition (8º IREC)" em junho de 2013.

O IREC é competição de foguetes universitária realizada anualmente numa região desértica próxima a cidade de Green River (localizada no estado americano de Utah) pela “Experimental Sounding Rocket Association (ESRA)“ dos EUA e esta foi a segunda vez que uma equipe do ITA conquistou este prêmio em quatro participações no evento.
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