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sábado, 26 de setembro de 2015

Acesso a Informação na AEB

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Para atender a Lei de Acesso à Informação, a Agência Espacial Brasileira – AEB disponibiliza neste portal todos os processos, que envolvem recursos do governo federal e que são de interesse público.

Pnae – LOA

Programa Nacional de Atividades Espaciais / Lei Orçamentária Anual.
Para mais informações, acesse o documento abaixo, disponível nas versões inglês e português.

BRASIL e POLÔNIA se APROXIMAM em PESQUISA ESPACIAL

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Brasília, 23 de setembro de 2015 – Os presidentes da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, e da Agência Espacial Polonesa (Polsa), Marek Banaszkiewicz, assinaram nesta terça-feira (22) um Memorando de Entendimento sobre a Cooperação na Exploração e Utilização do Espaço Exterior para Fins Pacíficos.
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O documento é tradicional para oferecer amparo jurídico e organizacional para o desenvolvimento e a implementação da cooperação mutua das agências. A iniciativa inicia uma potencial cooperação entre as agências na exploração e utilização do espaço exterior para fins pacíficos.
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Ás áreas de atuação desta futura colaboração englobam as de ciência espacial, astrofísica e estudos do sistema solar; o uso de dados de satélites para fins de ciências da terra, observações e estudos da evolução do clima e do meio ambiente; experimentos de telecomunicações e científicos, bem como a infraestrutura espacial; Intercâmbio e aplicação de dados espaciais; propelentes verdes para satélites e pequenos lançadores bem como outras áreas de pesquisa, que possam ser definidas pelas duas agências.
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O documento contempla ainda a realização de programas de intercâmbio científico e formação de pessoal, intercâmbio de equipamentos e resultados de experimentos e informação científica e organização de workshops e simpósios científicos.
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Este posterior modelo de cooperação permitirá a participação de outras organizações, instituições e empresas de ambos os países e apoiar a criação de centros comuns de investigação ou laboratórios para fornecer um ambiente benéfico para a realização de projetos conjuntos entre essas organizações.
O Memorando de Entendimento inicialmente tem duração de cinco anos e pode ser prorrogado pelo mesmo período automaticamente em concordância com as agências.
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Além do presidente da Polsa participaram do encontro o presidente do Grupo Parlamentar Aeroespacial polonês, deputado Boguslaw Wontor, o Embaixador da Polônia no Brasil, Andrzej Braiter, o vice-presidente da Polsa, general Lech Majewski, o vice-presidente da Câmara dos Deputados da Polônia, Jerzy Wenderlich, a diretora do PGZ, Jolanta Swiesciak, o professor do Institute of Aviation da Polônia (Ilot), Piotr Wolanski, o Adido de Defesa da Polônia, capitão de mar e guerra, Janusz Palka. Pela AEB também compareceram o diretor da área de satélites Carlos Gurgel e Daniela Miranda da assessoria internacional.
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Coordenação de Comunicação Social
Foto: Valdivino Jr/AEB – Os presidente Banaszkiewicz (E) e Braga Coelho na assinatura do documento.
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Foto: Valdivino Jr/AEB – Representantes da AEB e da comitiva polonesa, que participaram do evento.

NANOSSATÉLITE SERPENS COMPLETA uma SEMANA em ÓRBITA

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Brasília, 25 de setembro de 2015 – O satélite nacional de pequeno porte Serpens – sigla para Sistema Espacial para Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites – completou nesta quinta-feira (24) uma semana em órbita. Nesse período ele se encontra na fase de ajustes e testes, mas seus sinais já foram captados por radioamadores de diversos países e também pelas equipes universitárias envolvidas no projeto.
Colocado em órbita a partir da Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês) o primeiro sinal do Serpens foi captado pelo radioamador Edson Pereira (PY2SDR), da cidade de Pardinho, no interior paulista, e integrante da Liga de Amadores Brasileiros de Radioemissão (Labre).
A expectativa das equipes integrantes do projeto é de que dentro de algumas semanas o Serpens inicie sua missão de coleta de dados ambientais. Essas informações armazenadas pelo satélite são posteriormente disponibilizadas para serem baixadas pelos interessados.
Objetivo - O principal objetivo do projeto Serpens, coordenado pela AEB, é a capacitação de recursos humanos e a consolidação dos novos cursos de engenharia espacial brasileiros. Além da Universidade de Brasília (UnB), participam também do projeto as universidades federais do ABC (Ufabc), de Santa Catarina (UFSC), de Minas Gerais (UFMG) e o Instituto Federal Fluminense (IFF).
Do exterior, a principal parceira é Universidade de Vigo, da Espanha. Além dela participam também a Sapienza Università di Roma (Itália) e as norte-americanas Morehead State University e California State Polytechnic University.
O Serpens é o terceiro CubeSat nacional a ser colocado no espaço. O primeiro foi o NanosatC-Br1, desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o segundo foi o Aesp-14, desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), ambos em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Essa primeira missão do projeto Serpens é coordenada pela UnB, mas a proposta é que as instituições que formam o consórcio se revezem na liderança. Pelo cronograma aprovado, a UFSC será responsável por encabeçar o desenvolvimento do Serpens 2.
Coordenação de Comunicação Social (CCS)
Foto: Divulgação/AEB – Integrantes do Projeto Serpens (jalecos azuis) com técnicos do Laboratório de Integração e Testes (LIT), do Inpe, em São José dos Campos (SP), onde o satélite foi integrado e testado
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

o Brasil vem desenvolvendo (em fase embrionária e ainda incerta) duas pequenas sondas espaciais, sendo uma Lunar e uma de Espaço Profundo para pesquisas cientificas em um asteroide próximo da Terra.

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Além de satélites para órbita terrestre leitor, o Brasil vem também desenvolvendo (em fase embrionária e ainda incerta) duas pequenas sondas espaciais, sendo uma Lunar e uma de Espaço Profundo para pesquisas cientificas em um asteroide próximo da Terra.

A primeira delas é a Missão Lunar do Grupo ZENITH da USP São Carlosque conta com o apoio da start-up espacial brasileira AIRVANTIS e de outras instituições do Brasil e do exterior. Esta missão visa colocar uma pequena sonda (nanosatélite) no ponto de “Lagrange L2” que se encontra além daLua. Os pontos de Lagrange são pontos no espaço que surgem do problema de três corpos (no nosso caso a Terra, a Lua e a Sonda) quando um dos corpos possui uma massa pequena em relação aos outros dois. Esses pontos são posições assumidas pela sonda que são dinamicamente estáveis em relação aos dois corpos maiores e mantém sempre a mesma posição em relação a eles. Ou seja, no caso do L2 Terra-Lua, um corpo que está estacionado nesse ponto além da órbita da Lua (L2), mantém o mesmo período orbital e, portanto, sempre acompanhando o movimento da Lua para um observador terrestre. Vale dizer que os pontos de Lagrange ocorrem em diversos pontos do nosso sistema solar e alguns já foram previamente visitados (como alguns existentes pela interação Terra e Sol). Além disso, o ponto L2 em questão tem uma característica muito interessante, pois permite a observação constante da face oculta da Lua. Esta fascinante missão lunar teve seu projeto iniciado efetivamente no primeiro semestre deste ano sem qualquer ajuda do desgoverno da “DebiOgra”, e para sua conclusão ainda há um longo e incerto caminho a ser percorrido, e oBlog deseja sucesso ao Grupo ZENITH e ao Eng. Lucas Fonseca (AIRVANTIS/USP).
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Já a segunda missão, a mais conhecida das duas e tão esperada pela suasignificância cientifica, tecnológica e geopolítica para o nosso país, trata-se da Missão ASTER (1ª Missão Brasileira de Espaço Profundo), missão esta que tem como objetivo enviar uma pequena sonda (baseada numa micro ou mini plataforma de origem russa) para explorar o asteroide triplo 2001SN263, descoberto em 2008 na região entre Marte e Júpiter
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Esta missão terá como destaque além dos seus objetivos científicos, a utilização depropulsores iônicos desenvolvidos no Brasil, sendo a principal meta científica a obtenção de dados físicos e dinâmicos dos três objetos que compõem o asteroide 2001SN263, incluindo a determinação de seu tamanho, massa, volume, campo gravitacional e a velocidade de rotação de cada um deles. Além disso, a equipe da missão espera identificar a composição mineral dos três corpos deste asteroide triplo. A missão também deverá estimar a distribuição de massa do trio para entender as propriedades dinâmicas e orbitais de cada um deles e buscar indícios sobre como esse sistema triplo foi formado.
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Vale dizer que o importante desenvolvimento desta missão envolve além do conhecidíssimo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) a participação das universidades Estadual de São Paulo (UNESP), de Brasília (UnB), Federal do ABC (UFABC), Federal do Paraná (UFPR), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Estadual de Feira de Santana (UEFS), olha a Bahia aí gente, de São Paulo (USP), o Observatório Nacional (ON) e os institutos Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Mauá de Tecnologia (IMT).

Vale lembrar que desde maio de 2014 quando da realização de umWorkshop na sede de nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB), segundo foi dito na época, visando buscar apoio financeiro para esta missão entre as instituições de fomento, aparentemente o esforço de alguns tem surtido algum resultado junto do desgoverno

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A Gênesis de todos os Foguetes Modernos

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foguete V2 (sigla em alemão paraVergeltungswaffe - arma de vingança), ou simplesmente V2 - (cujo nome-código alemão original era A4 , foi o primeiro míssil balístico, tendo sido usado pela Alemanha durante as últimas fases da Segunda Guerra Mundial principalmente contra alvos britânicos e belgas. Recebeu este nome porque era uma arma alemã que se seguiu ao V-1, uma bombaque voava como avião a jato.
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engenheiro mecânico alemão Wernher von Braunfoi, ao lado de Arthur RudolphKurt H. Debus e outros, um de seus principais desenvolvedores na estação experimental do exército alemão de Peenemünde.
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 O verdadeiro nome do foguete eraAggregat-4 (A-4), mas ele ficou mais conhecido pelo nome Vergeltungswaffe 2 (Arma de Vingança 2), dado pelo então ministro da propaganda Joseph Goebbels, já que as V2 eram lançadas como represália aos bombardeios aliados. Estima-se que cerca de 3.000 foguetes V-2 carregados com uma tonelada de amatol foram lançados sobre os inimigos da Alemanha.
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Posteriormente à Segunda Guerra, von Braun fora transferido pelo serviço de inteligência militar americano para os EUA. Tanto o governo norte-americano quanto a URSS utilizaram a tecnologia desenvolvida para o foguete V2 como base para a corrida espacial e armamentista, culminando no desenvolvimento dos foguetes utilizados na primeira missão do programa espacial soviéticoVostok I, e dos foguetes Saturno, que impulsionaram as naves da Missão Apollo até a Lua.
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Dificuldades do projeto do foguete

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Até 1942 nenhum foguete grande havia deixado o solo, muito embora todo o funcionamento das V2 e dos futuros foguetes tenha sido descrito muito antes por pioneiros como Konstantin Tsiolkovsky (União Soviética) e Hermann Oberth (Alemanha). O norte-americano Robert Hutchings Goddard foi mais longe ao construir pequenos foguetes capazes de atingir grandes altitudes.
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No entanto, nada se comparava ao desafio dos projetistas da V2: um foguete pesando 14 toneladas, lançado a 80 km de altitude, desenvolvendo para isto mais de meio milhão de cavalos-vapor, tudo isto reduzido em um motor de pouco mais de 1,65 m de comprimento e pesando 450 kg.
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O projeto da V2 era máxima prioridade dos nazistas, já que o destino da Segunda Guerra Mundial pouco a pouco pendia para o lado dos aliados, e apenas uma arma nova e excepcional poderia mudar este rumo (ver: Wunderwaffe).
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Características técnicas

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As V2 eram propelidas a álcool combustível (mistura de 75% de álcool etílico com 25% de água) eoxigênio líquido, conhecido abreviadamente por "LOX" do termo em inglês Liquid oxygen. Esses dois propelentes eram injetados na câmara de combustão em altíssima pressão por uma turbina, essa por sua vez, alimentada por dois combustíveis auxiliares, sendo: 80% de peróxido de hidrogênio e os outros 20%, uma mistura de 66% de permanganato de sódio com 33% de água. Com esse sistema, omotor gerava 24.947 kgf na ignição e chegava a 72.574 kgf de empuxo quando a velocidade máxima de 1.341 m/s era atingida, com um raio de alcance de 321 a 362 km. O álcool etílico usado nestes foguetes era produzido a partir da batata, que era produzida em abundância principalmente na Prússia Oriental.
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Devido às altas temperaturas do motor, os projetistas da V2, inteligentemente, usaram o próprio álcool combustível como refrigerante do motor. Isto era feito injetando o álcool combustível ao redor do bocal, formando uma película protetora.
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As manobras de voo eram feitas por meio de aletas que interferiam na direção do jato do foguete, solução simples se comparada com a dificuldade dos foguetes atuais, em que todo o motor gira para mudar a direção do jato. A orientação de voo era feita por meio de giroscópios.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

o Programa Cruzeiro do Sul e o Veículo Lançador de Microssatélites (até 150 kg)

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VLS-Alfa


O veículo lançador Alfa .é constituído pela parte baixa do VLS-1 como primeiro (quatro propulsores S43) e segundo estágio (um propulsor S43) e por um propulsor a propelente líquido de 7,5 t de empuxo (L75) como estágio superior.
O desempenho do veículo, superior ao do VLS-1, permitirá a colocação de satélites de massas superiores a 400 kg em órbitas equatoriais de 400 km, or 250 kg em órbita equatorial de 750 km.
O VLS ALFA utilizará as mesmas torre de integração e mesa de lançamento construídas para o VLS-1
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Configuração do VLS-Alfa
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No âmbito da proposta do Programa Cruzeiro do Sul o VLS-1 é o foguete base do VLS Alfa
Configuração é baseada motor L5 - foguete de três estágios , com o estágio superior de combustível líquido , colocando 200 a 400 Kg de satélites em órbita baixas equatorias :
  • Estágio 0 - quatro S-43 motores de foguete
  • Fase 1 - um motor de foguete S-43 TM
  • Fase 2 - um motor de foguete S-40 TM
  • Fase 3 - um motor de foguete L5

Configuração baseada do motor L-45 - dois foguete de dois estágios superior de combustível líquedo , colocando 500 Kg de satélites em órbitas equatorias até 750 Km.
  • Estágio 0 - quatro S-43 motores de foguete
  • Fase 1 - um motor de foguete S-43 TM
  • Fase 2 - um motor de foguete L75
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VLS-Beta

O VLS-Beta será um veículo lançador de satélites com capacidade para atender às missões de transporte de 800 kg para órbitas equatoriais de até 800 km de altitude, ou satélites de até 550 kg para órbitas heliosincronas.
O veículo Beta utilizará um propulsor a propelente sólido de cerca de 50 t de propelente (P50) como primeiro estágio, um propulsor a propelente líquido de 30 t de empuxo (L300) como segundo, e um propulsor a propelente líquido de 7,5 t (L75) como terceiro estágio
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Configuração do VLS-Beta
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VLS Beta é uma variante do foguete brasileiro VLS proposto pelo Programa Cruzeiro do Sul. O mesmo terá capacidade para lançar satélites de até 800 quilos em órbita terrestre baixa e está previsto para fazer seu voo inaugural em 2020.
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O VLS Beta será formado por três estágios, sem propulsores auxiliares. O primeiro estágio usará um propulsor alimentado por combustível sólido de 40 toneladas, o segundo terá um motor de 30 toneladas de empuxo e o último terá 7,5 toneladas de empuxo, com a mesma mistura "Kerolox". Poderá lançar cargas de até 800 kg em órbitas de até 800 km de altitude.
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VLM-1
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O projeto VLM-1 visa o desenvolvimento de um foguete destinado ao lançamento de cargas úteis especiais ou microssatélites (até 150 kg) em órbitas equatoriais e polares ou de reentrada, com três estágios a propelente sólido na sua configuração básica: dois estágios com o motor S50 com cerca de 10 toneladas de propelente e um estágio orbitalizador com o motor S44. Outras configurações do veículo empregarão um quarto estágio em propelente sólido ou um quarto estágio em propelente líquido e uma versão triestágio com motor de apogeu em propelente líquido.
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Em sua configuração básica, o foguete deverá colocar em 2015 o veículo alemão Shefex 3 em uma trajetória de reentrada na atmosfera terrestre. Nessa configuração há três estágios, sendo os dois primeiros estágios são idênticos e constituídos por motores S50, em fibra de carbono, com 12 t de propelente sólido. O 3° estágio possui a mesma arquitetura do Shefex 2 (experimento alemão), utilizando um motor S44 já qualificado.
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Brasília, 12 de junho de 2015 – O primeiro voo do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM) para teste de qualificação está programado para novembro de 2018. O anúncio foi feito pelo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, na 69ª Reunião Ordinária do Conselho Superior da instituição realizada nesta quinta-feira (11).
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No lançamento a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, será transportada uma carga útil também para teste. O Lançador é um foguete de três estágios a propelente sólido com capacidade para satélites de pequeno porte com massa de até 150 quilos.
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Desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), do Comando da Aeronáutica, com cooperação da Agência Espacial da Alemanha (DLR), o VLM é composto de dois estágios equipados com motor S-50 e um com motor S-44.
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O teste de qualificação do motor S-50, em banco de ensaio, está previsto para janeiro de 2017. O voo de qualificação do VS-50 é programado para novembro do mesmo ano.
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