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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Missão O-STATES-2 - Segunda Etapa – 19/10/2015 Foguete VS-31/Improved Orion V02


Já no dia 19/10 foi realizado também com sucesso o lançamento do segundo foguete desta operação, ou seja, o “VS-31/Improved Orion V02”, lançamento este ocorrido às 16:09 h (horário local) também da Base de Esrange, na Suécia.

O veículo atingiu o apogeu de 243,6 km transportando a carga útil O-STATES-2, com os mesmo instrumentos fornecidos pelas três instituições da Suécia e da Alemanha. A carga útil foi também recuperada a 71 km de distância do sítio de lançamento, dentro da área de resgate prevista.

Vale lembrar que a Operação O-STATES teve como objetivo carregar sensores ópticos e elétricos para detecção de oxigênio entre 80 e 240 km de altitude em seus diferentes estados, para assim estender a nossa compreensão dos mecanismos na atmosfera superior e caracterizar técnicas de sensoriamento remoto.

Vale destacar também que este foi o segundo voo deste novo foguete brasileiro, foguete este 

composto em seu primeiro estágio pelo motor-foguete sólido S31 desenvolvido pelo 

Instituto de 

Aeronáutica e Espaço (IAE) e em seu segundo estágio pelo motor-foguete sólido 

Improved Orion 

de origem norte-americana.

FOTOS DA CAMPANHA:


O Sr. Krister Sjölander - Gerente do Projeto
(lado direito da foto)

Fotos: Krister Sjölander e Theresia Hestad

A bela Theresia Hestad
Recuperação da carga útil da missão

Operação O-STATES

Operação O-STATES


DESCRIÇÃO DA CAMPANHA

Operação: O-STATES-1 (primeira etapa)
Foguete: VS-31/ Inproved Orion V01
Numero do vôo do foguete: 01
Data de lançamento: 02/10/2015
Horário: 07:30 h (horário local)
Apogeu do vôo: 246,62 km
Alcance: 61,5 km
Local: Centro de Lançamento de Esrange (Suécia)
Objetivo: lançar o experimento “O-STATES-1” composto por sensores ópticos e elétricospara detecção de oxigênio entre 80 e 240 km de altitude em seus diferentes estados, para assim estender a nossa compreensão dos mecanismos na atmosfera superior e caracterizar técnicas de sensoriamento remoto.
Resultado: Sucesso Absoluto.

Carga Últil Embarcada

- Experimento “Oxygen Species and Thermospheric Airglow in The Earth's Sky (O-STATES-1)”

Operação: O-STATES-2 (segunda etapa)
Foguete: VS-31/ Inproved Orion V02
Numero do vôo do foguete: 02
Data de lançamento: 19/10/2015
Horário: 16:09 h (horário local)
Apogeu do vôo: 243,6 km
Alcance: 71,km
Local: Centro de Lançamento de Esrange (Suécia)
Objetivo: lançar o experimento “O-STATES-2” composto por sensores ópticos e elétricosnum período de condição geomagnética oposta ao primeiro lançamento, para detecçãode oxigênio entre 80 e 240 km de altitude em seus diferentes estados, para assim estendera nossa compreensão dos mecanismos na atmosfera superior e caracterizar técnicas de sensoriamento remoto.
Resultado: Sucesso Absoluto.


Carga Últil Embarcada

- Experimento “Oxygen Species and Thermospheric Airglow in The Earth's Sky (O-STATES-2)”

Instituições Diretamente Envolvidas

SNSB - Swedish National Space Board
SSC - Swedish Space Corporation
MISU - Department of Meteorology at Stockholm University
IRS - Institute of Space Systems at Stuttgart University
TUG - Technical University Graz

Instituições Indiretamente Envolvidas

AEB - Agência Espacial Brasileira
DCTA - Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial
IAE - Instituto de Aeronáutica e Espaço


Missão O-STATES-1 - Primeira Etapa – 02/10/2015

Foguete VS-31/Improved Orion V01

No dia 02/10 foi realizado com sucesso às 07:30 h (horário local), o lançamento do foguete brasileiro “VS-31/Improved Orion V01”, da Base de Esrange, na Suécia, para assim atender a Missão O-STATES (Oxygen Species and Thermospheric Airglow in The Earth's Sky), missão esta que é patrocinada pelo Swedish National Space Board (SNSB).



O veículo atingiu o apogeu de 246,62 km transportando a carga útil O-STATES-1, com instrumentos fornecidos por três instituições, sendo uma sueca e duas alemãs (veja acima). A carga útil foi recuperada a 61,5 km de distância do sítio de lançamento (dentro da área de resgate prevista), sendo que a sua área de impacto ocorreu a leste da aldeia dePulsujärvi, aldeia esta que fica localizada dentro da área de impacto da Base de Esrange.

A Operação O-STATES teve como objetivo carregar sensores ópticos e elétricospara detecção de oxigênio entre 80 e 240 km de altitude em seus diferentesestados, para assim estender a nossa compreensão dos mecanismos na atmosfera superior e caracterizar técnicas de sensoriamento remoto.



Vale destacar que este foi o primeiro voo deste novo foguete brasileiro, foguete este composto em seu primeiro estágio pelo motor-foguete sólido S31 desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e que é muito utilizado como o primeiro estágio do conhecidíssimo foguete brasileiro VSB-30, e em seu segundo estágio pelo motor-foguete sólido Improved Orion de origem norte-americana.


FOTOS DA CAMPANHA:

Fotos: Krister Sjölander, Theresia Hestad e do IAE

Camisa com o Logo da missão
O Sr. Krister Sjölander - Gerente do Projeto
A Sra. Theresia Hestad
Recuperação da carga útil da missão

Diferença entre os Foguete VS-30 Orion , Foguete Orion , Foguete S-31 Orion Improved e o Foguete VSB-30

                                                                      VS-30 Orion
VersãoEstágio 1Fase 2
VS-30 OrionS-30Orion / M22E8

                                                           Orion (CSHARP) [NASA]

VehicleStage 1
OrionM22-E8
Improved OrionM112



VS-30 Orion é um foguete de sondagem brasileiro. Ele consiste em um VS-30 foguete como primeira fase combinado com um US fornecida Orion segunda etapa, que é um motor Falcão SAM aposentado.
Os estabilizado spin-desgovernados pesos foguetes 1800 kg na decolagem e tem um comprimento de cerca de 7 m (dependendo da carga útil mortalha). A primeira fase tem um diâmetro de 0,56 m. Ele pode colocar uma pequena carga útil em uma trajetória suborbital de até 320 km.
O foguete foi usado a partir de um número de locais de lançamento: Alcântara, no Brasil e Andøya, Esrange e Svalbard no norte da Europa.

                                                      Improved Orion (RocketSat 4) [NASA]


VersionStage 1Stage 2
S-31 Improved OrionS-31improved Orion / M112
S-31 Improved Orion [SSC]

S-31 melhorada Orion é uma combinação de 30-VSB a fase 1 de reforço com os EUA construíram melhorada Orion como fase superior.
Esta combinação foi devloped para a Missão O-MEMBROS a ser lançado a partir de Esrange. Ele carrega uma carga útil de 225 kg a uma altitude de 240 km.

                                                                            VSB-30 [AEB]
VersionStage 1Stage 2
VSB-30S-31S-30

O VSB-30 é um foguete de dois estágios sonoridade brasileira. É constituída por um foguete S-31 como primeira fase combinada com um VS-30 de segunda etapa.

O veículo VSB-30 é um foguete de dois estágios, não guiado, ferroviário lançou soando, que consiste em um impulsionador sólido do foguete propulsor S31, um adaptador de impulso, a segunda etapa S30, carga útil, uma recuperação e um sistema de serviço. O motor e carga estão ligadas por uma secção do adaptador e que são separadas por meio de pistões pneumáticos. O veículo foi projetado para voar em uma rotação estabilizada modo não guiado. A estabilização da rotação é conseguido através de aletas inclinadas.Para reduzir a dispersão do impacto, o veículo é equipado com três motores SpinUp, instalado na placa de reforço. As alhetas estão dispostas na configuração de três aleta padrão e que são, nominalmente, definido como 18 '(S31) e 21' (S30), respectivamente, fazendo com que o veículo a rodar a partir de lift-off através da neutralização. A taxa de rolagem em burnout é de aproximadamente 3,3 Hz. O tempo total da queimadura para o S31 é 16,0 segundos e 32,0 segundos para o S30Ambos os motores têm um diâmetro de 55,7 centímetros. A duração típica é de 12,6 m, dependendo da carga.
O foguete pode transportar uma carga útil de 400 kg a uma altitude de 270 km.

O foguete foi usado a partir de um número de locais de lançamento: Alcântara, no Brasil e Andøya e Esrange no norte da Europa. Um lançamento de Woomera também é planejada.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Lançar veículos - Brasil --- Veículos de lançamento -- Sonda-1

                                                                         Sonda-1


VersionStage 1Stage 2
Sonda-1S-10-1S-10-2

Não: TNR Tipo Data LS Payload 

xxx xxx Sonda-1 xx.04.1965 * BdI 1
xxx xxx Sonda-1 1966/05/11 * Cas D-4C
xxx xxx Sonda-1 1966/11/12 * Cas D-3C
xxx xxx Sonda-1 1966/11/12 * Cas D-10C
xxx xxx Sonda-1 1966/11/12 * Cas D-15C
xxx xxx Sonda-1 1966/11/12 * Cas D-4
xxx xxx Sonda-1 1966/11/12 * Cas D-11
xxx xxx Sonda-1 1966/11/12 * Cas D-13
xxx xxx Sonda-1 1966/11/12 * Cas D-16C

 
Locais de lançamento:

Al = Alcantara Space Center (CLA), Brasil Cas = Cassino, Rio Grande Do Sul, Brasil †Brasil
Brasil


* = Suborbital

Lançar veículos - Brasil --- Veículos de lançamento -- FTI

                                                             FTI [Avibras]

FTI ou Fogtrein-I (Foguetes de Treinamento) é um cehicle médio de uma família de foguetes formação brasileira criada em conjunto pela Força Comando Aéreo (COMAER) e Avibras.
Os foguetes são usados ​​para testes, capacitação e treinamento de equipes do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) e do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI).
Estes veículos são projetados para ser lançado em condições adversas, como alta salinidade, ventos de até 10 m / s e chuva de até 10 mm / h. Todos os modelos admitem cargas úteis (5 kg a 30 kg), com as redes elétricas e equipamentos de telemetria, juntamente experimentos de interesse da comunidade acadêmica e científica.
FTI é um veículo com um diâmetro de 0,3 m e um comprimento de 5,4 m. O 490 kg de foguetes podem alcançar uma altura de 60 km apogeu.
A missão da FTI é ser um modelo para treinamento operacional de um Centro de Lançamento, de forma isolada, sem a participação da estação remota para o veículo de monitoramento redundante, com telemetria na banda S, transponders de banda C, a rescisão de vôo, e altura acima de 60 km.

VersãoEstágio 1
FTIFTI

Não: TNR Tipo Data LS Payload 

 1 1 FTI 03.08.2010 * BdI FTI-1
 2 2 FTI 30.09.2010 * Al FTI-2
 3 3 FTI 26.05.2011 * Al FTI-3
 4 4 FTI 27.05.2011 * Al FTI-4
 5 5 FTI 31.08.2011 * F Al FTI-5
 6 6 FTI 02.09.2011 * Al FTI-6
 7 7 FTI 2012/11/13 * Al FTI-7
 8 8 FTI 2012/11/29 * Al FTI-8
 9 9 FTI 2013/06/13 * Al FTI-9
10 10 FTI 2013/06/26 * BdI FTI-10
11 11 FTI 2014/05/09 * Al FTI-11 (Op. Aguia I)
12 12 FTI 2014/08/21 * Al FTI-12

 
Locais de lançamento:

Al = Alcantara Space Center (CLA), Brasil BdI = Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), Natal, Rio Grande N, BrasilBrasil
Brasil


* = Suborbital

Lançar veículos - Brasil --- Veículos de lançamento -- FTB

       
FTB [Avibras]

FTB ou Fogtrein-B (Foguetes de Treinamento) é um menor de uma família de foguetes formação brasileira criada em conjunto pela Força Comando Aéreo (COMAER) e Avibras.
Os foguetes são usados ​​para testes, capacitação e treinamento de equipes do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) e do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI).
Estes veículos são projetados para ser lançado em condições adversas, como alta salinidade, ventos de até 10 m / s e chuva de até 10 mm / h. Todos os modelos admitem cargas úteis (5 kg a 30 kg), com as redes elétricas e equipamentos de telemetria, juntamente experimentos de interesse da comunidade acadêmica e científica.
FTB é um veículo com um diâmetro de 0,127 m e um comprimento de 3,04 m. A 68 kg de foguetes podem alcançar uma altura apogeu de 30 km.
A missão da FTB é ser um modelo para treinamento operacional de um Centro de Lançamento, de forma isolada, sem a participação da estação remota para o veículo de monitoramento redundante, com telemetria na banda S e apogeu superior a 30 km.

Versão,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,Estágio  1

FTB.................................................FTB

Não: TNR Tipo Data LS Payload 

1 1 10.08.2009 * Al FBI FBI-1 
 2 2 13.08.2009 FBI FBI * Al-2 
 3 3 * FBI 20.10.2009 BDI FBI-3 
 4 4 21.10.2009 * BDI FBI FBI-4 
 5 5 FBI 25.02.2010 * BDI FBI-5 
 6 6 FBI 27.04.2010 * Al-FBI 6 
 7 7 FBI 29.04.2010 * BDI FBI-7 
 8 8 FBI 26.07.2010 * Al-8 FBI 
 9 9 FBI FBI 20.09.2010 * Al-9 
10 10 FBI 27.04.2011 * BDI-FBI 10 
11 11 FBI 16.06.2011 * Al-FBI 11 
12 12 FBI 17.06.2011 * Al-FBI 12 
13 13 * FBI 20.10.2011 BDI-FBI 13 
14 14 FBI 14.03.2012 * Al-FBI 14 
15 15 * FBI 29.03.2012 BDI-FBI 15 
16 16 FBI 21.05.2012 * Al-FBI 16 
17 17 FBI 29.05.2012 * Al-FBI 17 
18 18 * FBI 21.06.2012 BDI-FBI 18 
19 19 FBI 08.08.2012 * Al-FBI 19 
20 20 * FBI 2012/09/19 BDI-FBI 20 
21 21 FBI 2012/09/27 * Al-FBI 21 
22 22 FBI 2012/10/31 * Al-FBI 22 
23 23 * Al FBI 11/07/2012 FBI-23 
24 24 * 2013/03/13 BDI FBI-FBI 24 
25 25 FBI 2013/05/23 * Al-FBI 25 
26 26 FBI 2013/08/08 * Al-FBI 26 
27 27 FBI 2014/03/12 * Al-FBI 27 
28 28 FBI 2014/08/28 * BDI-FBI 28 
29 29 * FBI 2014/02/10 BDI-FBI 29 
30 30 * FBI 2014/10/12 BDI-FBI 30 
31 31 * FBI 2015/06/19 BDI-FBI 31 
32 32 FBI 2015/08/27 * Al FBI -32 

 
Lançamento locais: Al = Alcantara Space Center (CLA), Brasil BDI = Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), Natal, Rio Grande N, Brasil 
* = suborbital

Brasil
Brasil

Ousadia: Brasil Quer Pousar Sonda em Triplo Asteroide em 2019

Diagrama das órbitas envolvidas na missão ASTER rumo ao asteroide
2001 SN263. O traço vermelho é a órbita da sonda.

Segue abaixo uma interessante matéria postada dia (19/10) no site“Apollo11.com” destacando que o Brasil quer pousar sonda em triplo asteroide em 2019. Trata-se da tão falada Missão ASTER que, segundo a matéria, encontra-se 'pasmem' em avançado estágio de desenvolvimento, tendo o seu lançamento previsto para ocorrer em outubro de 2017.


Batizada de Missão ASTER, o projeto é uma parceria entre diversas universidades e instituições brasileiras e tem como objetivo principal o desenvolvimento e a qualificação do país em tecnologias de ponta, além de fornecer uma grande oportunidade de pesquisa em diversos setores do conhecimento, especialmente a geologia planetária.

O alvo da missão ASTER é o triplo asteroide 2001 SN263, descoberto pelo projeto LINEAR em 2001. Na ocasião da descoberta, pesquisadores estadunidenses acreditavam se tratar de um objeto único, mas através de imagens de radar feitas em 2008 através do radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, constatou-se que era um sistema triplo, com duas rochas orbitando o asteroide principal.

Programada inicialmente para ser lançada em 2015, a missão ASTER teve seu início adiado e a nova data foi marcada para outubro de 2017, com previsão de chegada ao asteroide em fevereiro de 2019, quando o objeto estiver a 150 milhões de quilômetros da Terra.

O projeto da estrutura principal da nave não é de concepção brasileira, mas uma adaptação de uma sonda espacial desenvolvida pelo IKI, Instituto de Pesquisas Espaciais, da Rússia.

Imagens de radar do triplo asteroide 2001 SN263,
registradas pelo radiotelescópio de Arecibo.

Instrumentos e Experimentos

O veículo será modificado para receber uma série de experimentos que fazem parte da missão, entre eles o instrumento ALR, um altímetro laser desenvolvido pela Universidade de Campinas e que terá importância fundamental durante as fases de aproximação e pouso no asteroide. Além disso, o instrumento deverá registrar dados para obtenção de perfis topográficos e confecção de um modelo global de 2001 SN263.

A bordo da sonda seguirão viagem uma vasta gama de instrumentos, entre eles um espectrômetro infravermelho, que será usado na mineralogia do asteroide e um espectrômetro de massa, que possibilitará determinar os componentes químicos encontrados na rocha.

A ASTER também carregará em seu interior um experimento de astrobiologia, que verificará a resistência de micro-organismos no ambiente do asteroide e um experimento de plasma, para detectar e analisar esse estado da matéria nas imediações de 2001 SN263.

Além dos instrumentos e experimentos mencionados, a ASTER também levará uma câmera imageadora de alta resolução, que fará fotografias antes, durante e depois do pouso.

A alimentação dos circuitos e computadores de bordo ficará a cargo de um conjunto de painéis solares de arseneto de Gálio, com capacidade de 2100 Watts.

Propulsão da ASTER

Para chegar ao asteroide, a sonda fará uso de um moderno trio de propulsores iônicos, PION, PTT e PHALL, desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e pela Universidade de Brasília. Esses propulsores são 10 vezes mais econômicos que os modelos tradicionais, permitindo que a sonda viaje por dois anos até entrar na órbita de 2001 SN263.

A massa estimada da sonda ASTER é de 150 kg, dos quais 66 kg correspondem ao peso do combustível.

Missão Difícil

Até hoje, poucas sondas realizaram o desafio proposto pela missão ASTER.

Em 2000, os EUA enviaram a nave Near-Shoemaker para explorar o asteroide Eros. Em 2003 foi a vez do Japão enviar a sonda Hayabusa até o asteroide Itokawa, onde realizou imagens e dados geológicos. Em 2012 a NASA lançou a sonda Dawn com destino ao asteroide VESTA.

Se os planos brasileiros não forem adiados, será a primeira vez que um asteroide triplo receberá a visita de uma nave terrestre.

Foguete

Apesar do desenvolvimento da sonda estar bem adiantado, o mesmo não se pode dizer de um possível veículo lançador brasileiro que poderia levar a sonda até a órbita de transferência, condição necessária para a ASTER seguir viagem rumo ao asteroide.

Os testes do Veículo Lançador de Satélites, VLS, estão bem atrasados e ao que tudo indica não poderá ser usado para colocar em órbita a sonda. Se essa opção não for possível, o Brasil deverá usar a estrutura e os foguetes lançadores russos.

Equipe da Missão

O projeto ASTER é uma parceria entre diversas instituições brasileiras, entre elas o Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Observatório Nacional (ON), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (IAG-USP), Universidade Federal do ABC, Unicamp, INPE, Agência Espacial Brasileira (AEB) e Instituto de Pesquisas Espaciais da Rússia.

                                      Logo da missão ASTER com todas as instituições envolvidas.

A missão está sendo coordenada pelos pesquisadores Elbert Macau e Haroldo de Campos Velho, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Othon Winter, ligado à Universidade Estadual Paulista e Alexander Sukhanov, cientista ligado ao INPE e Instituto de Pesquisas Espaciais da Rússia.