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sábado, 30 de janeiro de 2016

Os Satélites da Floresta

A Amazônia Legal é constantemente monitorada por satélites e suas 

imagens são utilizadas por três sistemas. O DETER – Detecção de 

Desmatamento em Tempo Real e o Prodes são operados pelo INPE – 

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. O SAD – Sistema de Alertas de 

Desmatamento é operado pelo Imazon e conta, desde 2012, com a versão 

SAD EE, desenvolvida em colaboração com o Google e realizada na 

plataforma Google Earth Engine (EE), com imagens de reflectância do 

sensor MODIS para gerar os alertas de desmatamento e degradação 

florestal.

Os três sistemas são complementares e auxiliam a fiscalização e o 


combate 

ao desmatamento na região. Assista ao vídeo e entenda como funciona o 

monitoramento da Amazônia por satélite.

O site “Midia e Amazônia” produziu recentemente um 

interessante vídeo intitulado “Os Satélites da Floresta” 

mostrando como funcionam os Sistemas de Monitoramento da 

Região Amazônica. Vale a pena dar uma conferida.

Chamo a atenção do leitor para o fato de que todos os satélites citados neste vídeo são de origem estrangeira, demonstrado uma vez mais com isto inequivocavelmente o total fracasso do Programa Espacial Brasileiro (PEB). Afinal leitor o PEB não tem pouco mais de dez anos como oPrograma Espacial Sul Coreano e sim mais de 54 anos de atividades. É como eu digo, não há como tapar o sol com uma peneira, os fatos falam por si mesmo.

Aproveitamos para agradecer publicamente ao jovem leitor Brehme de Mesquita pelo envio deste vídeo.

Duda Falcão


Fonte: Site Mídia e Amazônia - http://midiaeamazonia.andi.org.br/

Programa da TV Câmara Realiza Debate Sobre o PEB

Expressão Nacional 2016 Programa Espacial Brasileiro
O programa 
Expressão

Nacional”
 da TV Câmara exibiu

dia 25/01 um debate

sobre Programa Espacial

Brasileiro (PEB)
 com a presença

do Sr. Braga Coelho presidente

da AEB, do Deputado José

Stédile(PSB-RS)
,

doDeputado Eduardo Cury (PSDB-

SP)
, e a Dra. Chantal Cappelletti

(UnB)
. Veja abaixo.

-- Estou farto disto, mas para 

quem ainda acredita em 

fantasias, tá ia...

Duda Falcão


-- tem muita gente que tem muito conhecimento sobre o PEB e que deveria estar nesse programa de TV, como sempre fica a desejar tudo que se envolve PEB.
. melhor que um Deputado , para falar e discutir sobre o PEB, no caso do Sr. Eduardo Cury, do PSDB-SP que pelo visto não tem muito conhecimento sobre o PEB e tudo o que já foi realizado em 51 anos de pesquisas espaciais no Brasil. . o Sr. Eduardo Cury, do PSDB-SP , errou muito e provou que não sabe nada sobre Foguetes Brasileiros, quando disse que o VLS está ultrapassado !, pelo visto , também não sabe que os Nano-Satélites e Micro-Satélites serão os Satélites mais fabricados no século XXI. . vejamos as caracteristicas do nosso VLS-1 - OBJETIVO PRINCIPAL ****Cumprir voo completo, sendo capaz de entregar, a partir de Alcântara, em órbita circular equatorial com baixa excentricidade, um satélite de 200 kg a 750 km, ou uma variação dessa especificação. - ****Sua capacidade nominal de satelitização é de 100 a 380 kg em órbitas circulares equatoriais de 200 a 1200 km de altitude ou de 75 a 275 kg em órbitas circulares polares de 200 a 1000 km de altitude. . * Microsatellites * Nanosatellites * Nanosat * Picosatellites * Femtosatellites esses serao os Satelites mais fabricados no seculo XXI e o VLS esta sim Super Apito a Lanca-los , todos eles no futuro proximo. Stone Vox

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Imagens de satélite da Nasa mostram quais são os países mais poluídos do mundo

Nasa mostra, em laranja e vermelho, as áreas mais poluídas em 2014; em azul, aquelas com melhor ar

Imagens divulgadas pela Nasa revelam quais são os países mais poluídos do mundo - e quais partes do globo reduziram ou aumentaram suas emissões nos últimos dez anos.

Embora ainda estejam entre as áreas com o pior ar em todo o mundo, Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão apresentaram melhora entre 2005 e 2014, de acordo com as imagens da agência espacial americana.

No continente europeu, a queda da poluição chegou a até 50%, como resultado da maior restrição sobre os poluentes, mesmo em meio ao escândalo de fraudes no controle de emissões de veículos que abateu a Volkswagen, gigante do setor automotivo.

No Brasil, os mapas mostram que o quadro geral se manteve similar, ainda longe dos altíssimos lançamentos de gases ocorridos nas regiões mais desenvolvidas do mundo - porém, centros tradicionalmente mais poluídos, como a Grande São Paulo, continuam com altos e preocupantes índices, semelhantes às de outras metrópoles globais.


No mapa acima, de 2005, "área vermelha" era maior nos Estados Unidos e na Europa, mas menor no norte da China

Desde 2004, a Nasa monitora as emissões em todo o planeta por meio de um instrumento instalado em seu satélite Aura. Entre elas, as de dióxido de nitrogênio, resultado da queima de combustíveis fósseis, principalmente por carros, pela produção de energia e pela atividade industrial.

O gás se transforma no "mau" ozônio ao reagir com compostos orgânicos voláteis, quando exposto à irradiação solar. O resultado dessa mutação é o poluente respiratório mais presente no ar que respiramos - por isso, o dióxido de nitrogênio é usado, em geral, como indicador da qualidade do ar em geral, principalmente nas cidades grandes de países desenvolvidos ou em desenvolvimento.

"Ao monitorar do espaço as emissões de dióxido de nitrogênio, conseguimos ver os efeitos de fatores como a energia, políticas ambientais e até conflitos civis na qualidade do ar ao redor do globo", afirmou, em comunicado divulgado pela Nasa, o cientista Bryan Duncan, que lidera o estudo no centro de voo espacial Goddard.


Mudanças na Europa entre 2005 e 2014; quanto mais forte é o azul, maior foi a queda nas emissões

Onde a poluição cresceu

Em países como China, Índia e parte do Oriente Médio, principalmente na região do Golfo Pérsico, locais cujas economias e atividade industrial estão em expansão, a poluição aumentou.

As imagens da Nasa, porém, mostram um movimento interessante no norte chinês, onde estão as cidades mais industrializadas e a produção de energia se torna cada vez mais intensa. Enquanto a área, em geral, apresentou um aumento considerável da emissão do gás, Pequim, a capital do país, registrou uma considerável redução.

Segundo Duncan, isso é resultado de uma maior pressão da crescente classe média de Pequim por um ar melhor - a metrópole é historicamente considerada uma das cidades mais poluídas do mundo, e imagens constantemente a mostram coberta sob uma nuvem de poeira e com parte de seus habitantes usando máscaras nas ruas
Mapa mostra que emissões caíram entre 2005 e 2014 na Síria em guerra (área com manchas em azul) e avançaram no Iraque, que produz muito petróleo (onde há mais marcas vermelhas, à direita)
Os mapas da agência espacial americana mostram também os efeitos da movimentação demográfica, como a ocorrida por causa da guerra civil na Síria: enquanto os índices de dióxido de carbono caíram consideravelmente no país, principalmente em cidades maiores como a capital Damasco e Aleppo, as emissões cresceram nos países da vizinhança que mais receberam refugiados sírios.

Nos Estados Unidos, embora as emissões tenham sido reduzidas em geral, elas avançaram até 30% em algumas áreas de Estados como o Texas e a Carolina do Norte, onde há intensa produção de petróleo e gás natural.
Áreas "vermelhas", mais poluídas, diminuíram nos EUA entre 2005 (acima) e 2014 (abaixo)

Telescópio brasileiro para observação do Sol é lançado pela Nasa

Instrumento científico realiza voo de circum-navegação na Antártida com o objetivo de captar a energia que emana das explosões solares em frequências inéditas

A Nasa, agência espacial norte-americana, lançou com êxito um balão estratosférico que transporta dois equipamentos científicos voltados a estudar o Sol. Um dos equipamentos é o Solar-T: um telescópio fotométrico duplo, projetado e construído no Brasil por pesquisadores do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM), da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em colaboração com colegas do Centro de Componentes Semicondutores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo.
O outro equipamento é o experimento de raios X e gama GRIPS (sigla em inglês de Gamma-ray Imager / Polarimeter for Solar Flares), da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, no qual o Solar-T foi acoplado.
O lançamento foi feito em McMurdo, base dos Estados Unidos na Antártida, em 18 de janeiro, após sete tentativas frustradas, iniciadas em dezembro de 2015. As tentativas anteriores falharam porque na hora do lançamento mudaram as condições de vento no solo, na atmosfera superior e na estratosfera (a 50 quilômetros do solo).
Feito com apoio da Fapesp, o Solar-T é o primeiro instrumento científico do gênero construído no país, após 15 anos de pesquisa e desenvolvimento.
"Estamos desenvolvendo um projeto em colaboração com o Instituto Lebedev de Moscou para instalar telescópios de detecção de frequências em terahertz na Estação Espacial Internacional, e o sucesso da missão do Solar-T é uma condição necessária para qualificarmos a tecnologia que desenvolvemos", explicou Pierre Kaufmann, pesquisador do CRAAM e coordenador do projeto.
O balão estratosférico transportando o Solar-T e o GRIPS – que juntos pesam mais de 3 toneladas – está voando a uma altitude de 40 mil metros e circum-navegará a Antártida por um período entre 20 e 30 dias.
Enquanto sobrevoar o continente gelado, o Solar-T deverá captar a energia que emana das explosões solares em duas frequências inéditas, de 3 e 7 terahertz (THz), que correspondem a uma fração da radiação infravermelha distante.
Logo após o rastreador de explosões solares ter sido acionado, no dia seguinte ao do lançamento do balão estratosférico, o equipamento já começou a enviar dados para a Terra, que são armazenados em dois computadores a bordo do equipamento e transmitidos compactados à Terra, por meio de um sistema de telemetria, valendo-se da rede de satélites Iridium. 

Nova faixa de radiação

Situada no espectro eletromagnético entre a luz visível e as ondas de rádio, essa faixa de radiação permite observar mais facilmente a ocorrência de explosões associadas aos campos magnéticos das regiões ativas do Sol, que muitas vezes lançam em direção à Terra jatos de partículas de carga negativa (elétrons) aceleradas a grandes velocidades.
Nas proximidades do planeta, essas partículas atrapalham o funcionamento de satélites de telecomunicações e de GPS e produzem as auroras austrais e boreais.
A radiação das explosões nessa faixa do infravermelho distante também torna possível uma nova abordagem para investigar fenômenos que produzem energia em regiões ativas que ficam entre a superfície do Sol, a fotosfera, onde a temperatura não passa dos 5,7 mil graus, e as camadas superiores e mais quentes: a cromosfera, onde as temperaturas alcançam 20 mil graus, e a coroa, que está a mais de 1 milhão de graus.
Para fazer as medições, o Solar-T conta com um aparato composto por dois fotômetros (medidores de intensidade de fótons), coletores e filtros para bloquear radiações de frequências indesejáveis (infravermelho próximo e luz visível), que poderiam mascarar o fenômeno, e selecionar as frequências de 3 e 7 terahertz.
A navegação do balão estratosférico transportando experimento GRIPS com Solar-T – denominado de voo NASA 668N – pode ser acompanhada pelo site www.csbf.nasa.gov/map/balloon8/flight668N.htm.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais

                                 (Imagem: CBERS-3/INPE)

nota postada hoje (27/01) no site da “Agência FAPESP”relembrando de que no dia 03/02 o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a FAPESP e o FINEP, realizarão evento para apresentar osdetalhes e esclarecimentos sobre o edital “Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais”.


Desenvolvimento de Tecnologias e

Produtos para Aplicações Espaciais

Agência FAPESP
27 de janeiro de 2016


INPE, FAPESP e FINEP apresentam edital de subvenção
dirigido a aplicações espaciais.

No dia 3 de fevereiro de 2016, das 10h às 12h, detalhes e esclarecimentos sobre o edital “Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais”, do Programa PIPE/PAPPE, serão apresentados em reunião organizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), FAPESP e Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

O evento é gratuito e será realizado no auditório Fernando de Mendonça, no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Inpe, em São José dos Campos.

Os recursos alocados para financiamento do edital são da ordem de R$ 25 milhões, sendo 50% com recursos da FINEP e 50% com recursos da FAPESP.

Podem participar microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas empresas e médias empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo, constituídas, no mínimo, 12 meses antes do lançamento do edital.

As empresas deverão demonstrar contrapartida economicamente mensurável em itens de despesa relacionados com a execução de atividades de pesquisa e desenvolvimento, os quais devem ser descritos no projeto.

As propostas submetidas serão enquadradas e deverão seguir as normas do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).

O prazo de execução do projeto deverá ser de até 24 meses. O prazo para entrega da proposta termina em 4 de abril de 2016. A seleção pública está disponível em: www.fapesp.br/9961

Para participar da reunião de apresentação do edital “Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais”, é necessário preencher o formulário disponível em http://goo.gl/forms/QdauqKVpyH e enviar até o dia 1° de fevereiro.



Fonte: Site da Agência FAPESP

DLR Alemão Concede ao IAE Certificate of Apreciation


                                  Certificado recebido pelo IAE


Segundo informações postadas na rede intranet do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), após o lançamento bem sucedido do foguete VSB-30 da“Operação TEXUS 53”, lançamento este ocorrido dia 23/01 da Base de Esrange na Suécia (veja a nota anterior), o Centro Aeroespacial Alemão (DLR) concedeu ao instituto brasileiro um "Certificate of Apreciation", isto devido aos 10 anos de cooperação bem sucedida entre estas duas instituições no lançamento de foguetes de sondagem com cargas úteis científicas.


   

Launch of TEXUS 53 from Esrange Space Center


Vale lembrar leitor que o primeiro foguete lançado no âmbito deste acordo ocorreu da Base Lançamento de Esrange, em 01/12/2005, quando então foi lançado o VSB-30 V02 tendo abordo a carga útil TEXUS 42.


Publicado em 24 de jan de 2016
TEXUS 53 launch from SSC Esrange 23/1-16.

See https://www.youtube.com/user/SwedishS... and http://esrange.insupport.se/ for more sounding rockets and balloons.

Nesses 10 anos de cooperação leitor ocorreram 27 lançamentos de foguetes brasileiros (VSB-30, VS-30, VS-30/IO e VS-31/IO e VS-40M) na Europa, do Centro Espacial de Esrange (ESC), na Suécia e do Centro Espacial de Andoya (ASC), na Noruega.

Texus 53 - launch 2016-01-23


Agora esta parceria tenta avançar para um andar mais alto (tenho ainda sérias dúvidas se de forma benéfica para o Brasil ou não) com a concretização do acordo entre o DLR e o IAE no âmbito do Projeto do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM-1). Isto é, caso esta debiloide e seus vermes ‘companeiiiiiiiros’ não atrapalharem, ou mesmo inventarem alguma merda pelo caminho. Infelizmente até o momento as indicações de bastidores não são nada promissoras.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

TEXUS 53 - LANÇADO A PARTIR DE ESRANGE SPACE CENTER


Texus 53 - launch 2016-01-23
77   21    VSB-30             V23 ?    23.01.2016  *     Es S       TEXUS 53


















Launch of TEXUS 53 from Esrange Space Center

O Texus 53 foguete foi lançado com sucesso a partir de Esrange Space Center em 23 de janeiro de 2016 em 08.30 UTC.
A carga atingiu uma altitude de 252,6 km eo voo foi perto da perfeição com muito baixos perturbações durante todo o vôo

Cerca de seis minutos de microgravidade

O programa Texus começou em 1977 e é realizado em Esrange Space Center conjuntamente pelo DLR, a Airbus Defence & Space, OBH-System (ex-EADS Astrium e Kayser Threde) e SSC.

O projeto

O projeto Texus é um programa de foguete de sondagem com o objetivo principal de investigar as propriedades eo comportamento de materiais, produtos químicos e substâncias biológicas em um ambiente de microgravidade. O programa Texus dá em torno de seis minutos de microgravidade.
O programa Texus começou em 1977 e é realizado em Esrange Space Center conjuntamente pelo DLR, a Airbus Defence & Space, OBH-System (ex-EADS Astrium e Kayser Threde) e SSC. SSC é responsável pelas operações de lançamento. As campanhas Texus são, por vezes financiado pela ESA ou financiado conjuntamente pelo DLR e ESA.
Informações gerais
Local de lançamentoEsrange Space Center
Data de lançamentofirts hot CD January 23, 2016
Informação técnica
Tipo de fogueteVSB 30 foguete
Diâmetro nominal557 mm
 Comprimento total Texus 537.403 milímetros
Total de Texus peso 532274 kg
Apogeu~ 261 km



Experiência módulos
Texus 53 Payload
Módulo ExperimentTítulo ExperimentExperimentador  Observações
TEM 06-36
FOCUS
fibra de laser óptico baseado
gerador de pente sob Schwerelo fluid-
Pente de freqüência óptica baseada laser de fibra sob microgravidade

R. Holzwarth
MPQ Munique

Re-vôo de Texus 51
com modificação
KALEXUS fornece Opti-cal referência de frequência ,, estabilizada à potassi-um D2 transição
Comprimento total Texus 53
KALEXUS
experimentos com laser de potássio em condições de microgravidade

Laserexperiments potássio em microgravidade

A. Peters, HU Berlim

Nova experiência fornecida
pelo HU Berlin
TEM 06-33
HAMPP
Análise baseada em fluorescência de moléculas sinalizadoras de percepção da gravidade vegetal

Análise baseada em fluorescência de correntes de sinalização de plantas envolvidas no resposes a gravitação alterada

R. Hampp, Universidade de Tübingen 

Based on TEM 06-33
from TEXUS 50
with major
modifications 

TEM 02-3
ELLI
determinar o crítico
Einfangsgeschwindigkeit de partículas no Ersatrrung dirigida de silício solar no universo (ParSiWal-2)

Determinação da velocidade crítica de captura de partículas durante a solidificação direc cional-.







Pessoas de contato
Sr. Mikael TOyRA, Gerente de Projetos, SSC
Mr. Andreas Schütte, Gerente de Projetos, a Airbus DS 
Dr. Otfried Joop, Gerente de Projetos, DLR Mr. Peter Turner, diretor de campanha, DLR Mr. Horst Pfeuffer, Gerente KT Payload Integration, OHB-System

TEXUS 53 RSS

Cerca de seis minutos de microgravidade


O programa Texus começou em 1977 e é realizado em Esrange Space Center conjuntamente pelo DLR, a Airbus Defence & Space, OBH-System (ex-EADS Astrium e Kayser Threde) e SSC.

O projeto

O projeto Texus é um programa de foguete de sondagem com o objetivo principal de investigar as propriedades eo comportamento de materiais, produtos químicos e substâncias biológicas em um ambiente de microgravidade. O programa Texus dá em torno de seis minutos de microgravidade.
O programa Texus começou em 1977 e é realizado em Esrange Space Center conjuntamente pelo DLR, a Airbus Defence & Space, OBH-System (ex-EADS Astrium e Kayser Threde) e SSC. SSC é responsável pelas operações de lançamento. As campanhas Texus são, por vezes financiado pela ESA ou financiado conjuntamente pelo DLR e ESA.
Informações gerais
Local de lançamentoEsrange Space Center
Data de lançamentofirts hot CD January 23, 2016
Informação técnica
Tipo de fogueteVSB 30 foguete
Diâmetro nominal557 mm
 Comprimento total Texus 537.403 milímetros
Total de Texus peso 532274 kg
Apogeu~ 261 km








Experiência módulos
Texus 53 Payload
Módulo ExperimentTítulo ExperimentExperimentador  Observações
TEM 06-36
FOCUS
fibra de laser óptico baseado
gerador de pente sob Schwerelo fluid-
Pente de freqüência óptica baseada laser de fibra sob microgravidade

R. Holzwarth
MPQ Munique

Re-vôo de Texus 51
com modificação
KALEXUS fornece Opti-cal referência de frequência ,, estabilizada à potassi-um D2 transição
Comprimento total Texus 53
KALEXUS
experimentos com laser de potássio em condições de microgravidade
Laserexperiments potássio em microgravidade

A. Peters, HU Berlim

Nova experiência fornecida
pelo HU Berlin
TEM 06-33
HAMPP
Análise baseada em fluorescência de moléculas sinalizadoras de percepção da gravidade vegetal
Análise baseada em fluorescência de correntes de sinalização de plantas envolvidas no resposes a gravitação alterada

R. Hampp, Universidade de Tübingen 

Based on TEM 06-33
from TEXUS 50
with major
modifications 

TEM 02-3
ELLI
determinar o crítico
Einfangsgeschwindigkeit de partículas no Ersatrrung dirigida de silício solar no universo (ParSiWal-2)
Determinação da velocidade crítica de captura de partículas durante a solidificação direc cional-.







Publicado em 24 de jan de 2016
TEXUS 53 was launched from Esrange Space Center 2016-01-23 at 09.30 local time